segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Sexta-feira, 06/04/2012 FOGO NO CÉU Queda de meteoritos vira assunto do dia no Sul do Paraná http://www.gazetadopovo.com.br/parana/conteudo.phtml?id=560325 03/05/2006 | 19:36 | PARANÁTV/GAZETA DO POVO ONLINE/GAZETA DO POVO Atualizado em 03/05/2006, às 21h59 Caiu do céu o assunto do dia na tranqüila Paula Freitas, com seis mil habitantes, e outras cidades localizada no Sul do Paraná. Os moradores não falam de outra coisa além do tremor de terra causado pelas quedas de meteoritos registradas no estado. Segundo o professor Germano Bruno Affonso, doutor em astronomia na Universidade Federal do Paraná (UFPR), o que está acontecendo é que a Terra está passando pela órbita do cometa Halley, que há 20 anos visitou o planeta pela última vez. “São as estrelas cadentes que estamos acostumados a ver à noite”, explicou à reportagem da Gazeta do Povo. Porém, o professor reconhece que o ineditismo do fato se revela porque esta é a primeira vez que ele ouve falar de uma chuva de meteoros vista durante o dia e de tão perto. Cada um tem um jeito de contar a história. Em algumas casas, tremeu tudo e, na hora, famílias inteiras correram para fora, assustadas. No município de União da Vitória, o tremor foi ainda mais intenso. Os moradores dizem que chegaram a ver um meteoro passar bem perto de um morro, num dos pontos mais altos da cidade. Por enquanto ninguém sabe o lugar exato onde o meteoro caiu, mas já começaram a aparecer as primeiras suspeitas. Logo depois do tremor, foram vistos uma clareira e um foco de incêndio numa área de mata fechada entre União da Vitória e Cruz Machado. Se foram mesmo meteoros, não foi a primeira vez que eles cruzaram o céu do Paraná. Um agricultor de Pato Branco, no Sudoeste, guarda fotos tiradas há 15 anos, quando viu cair na propriedade dele objetos que depois ficou sabendo que eram meteoritos.
Pois é, sobre a realidade. Afinal, o que é realidade?
ALEGORIA DA CAVERNA
(Platão, A República, v. II p. 105 a 109)


Sócrates – Imagina a maneira como segue o estado da nossa natureza relativamente à instrução e à ignorância. Imagina homens numa morada subterrânea, em forma de caverna, com uma entrada aberta à luz; esses homens estão aí desde a infância, de pernas e pescoços acorrentados, de modo que não podem mexer-se nem ver senão o que está diante deles, pois as correntes os impedem de voltar a cabeça; a luz chega-lhes de uma fogueira acesa numa colina que se ergue por detrás deles; entre o fogo e os prisioneiros passa uma estrada ascendente. Imagina que ao longo dessa estrada está construído um pequeno muro, semelhante às divisórias que os apresentadores de títeres armam diante de si e por cima das quais exibem as suas maravilhas.
Glauco – Estou vendo.
Sócrates – Imagina agora, ao longo desse pequeno muro, homens que transportam objetos de toda espécie, que os transpõem: estatuetas de homens e animais, de pedra, madeira e toda espécie de matéria; naturalmente, entre esses transportadores, uns falam e outros seguem em silêncio.
Glauco - Um quadro estranho e estranhos prisioneiros.
Sócrates - Assemelham-se a nós. E, para começar, achas que, numa tal condição, eles tenham alguma vez visto, de si mesmos e de seus companheiros, mais do que as sombras projetadas pelo fogo na parede da caverna que lhes fica defronte?
Glauco - Como, se são obrigados a ficar de cabeça imóvel durante toda a vida?
Sócrates - E com as coisas que desfilam? Não se passa o mesmo?
Glauco - Sem dúvida.
Sócrates - Portanto, se pudessem se comunicar uns com os outros, não achas que tomariam por objetos reais as sombras que veriam?
Glauco - É bem possível.
Sócrates - E se a parede do fundo da prisão provocasse eco sempre que um dos transportadores falasse, não julgariam ouvir a sombra que passasse diante deles?
Glauco - Sim, por Zeus!
Sócrates - Dessa forma, tais homens não atribuirão realidade senão às sombras dos objetos fabricados?
Glauco - Assim terá de ser.
Sócrates - Considera agora o que lhes acontecerá, naturalmente, se forem libertados das suas cadeias e curados da sua ignorância. Que se liberte um desses prisioneiros, que seja ele obrigado a endireitar-se imediatamente, a voltar o pescoço, a caminhar, a erguer os olhos para a luz: ao fazer todos estes movimentos sofrerá, e o deslumbramento impedi-lo-á de distinguir os objetos de que antes via as sombras. Que achas que responderá se alguém lhe vier dizer que não viu até então senão fantasmas, mas que agora, mais perto da realidade e voltado para objetos mais reais, vê com mais justeza? Se, enfim, mostrando-lhe cada uma das coisas que passam, o obrigar, à força de perguntas, a dizer o que é? Não achas que ficará embaraçado e que as sombras que via outrora lhe parecerão mais verdadeiras do que os objetos que lhe mostram agora?
Glauco - Muito mais verdadeiras.
Sócrates - E se o forçarem a fixar a luz, os seus olhos não ficarão magoados? Não desviará ele a vista para voltar às coisas que pode fitar e não acreditará que estas são realmente mais distintas do que as que se lhe mostram?
Glauco - Com toda a certeza.
Sócrates - E se o arrancarem à força da sua caverna, o obrigarem a subir a encosta rude e escarpada e não o largarem antes de o terem arrastado até a luz do Sol, não sofrerá vivamente e não se queixará de tais violências? E, quando tiver chegado à luz, poderá, com os olhos ofuscados pelo seu brilho, distinguir uma só das coisas que ora denominamos verdadeiras?
Glauco - Não o conseguirá, pelo menos de início.
Sócrates - Terá, creio eu, necessidade de se habituar a ver os objetos da região superior. Começará por distinguir mais facilmente as sombras; em seguida, as imagens dos homens e dos outros objetos que se refletem nas águas; por último, os próprios objetos. Depois disso, poderá, enfrentando a claridade dos astros e da Lua, contemplar mais facilmente, durante a noite, os corpos celestes e o próprio céu do que, durante o dia, o Sol e sua luz.
Glauco - Sem dúvida.
Sócrates - Por fim, suponho eu, será o sol, e não as suas imagens refletidas nas águas ou em qualquer outra coisa, mas o próprio Sol, no seu verdadeiro lugar, que poderá ver e contemplar tal qual é.
Glauco - Necessariamente.
Sócrates - Depois disso, poderá concluir, a respeito do Sol, que é ele que faz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível e que, de certa maneira, é a causa de tudo o que ele via com os seus companheiros, na caverna.
Glauco - É evidente que chegará a essa conclusão.
Sócrates - Ora, lembrando-se de sua primeira morada, da sabedoria que aí se professa e daqueles que foram seus companheiros de cativeiro, não achas que se alegrará com a mudança e lamentará os que lá ficaram?
Glauco - Sim, com certeza, Sócrates.
Sócrates - E se então distribuíssem honras e louvores, se tivessem recompensas para aquele que se apercebesse, com o olhar mais vivo, da passagem das sombras, que melhor se recordasse das que costumavam chegar em primeiro ou em último lugar, ou virem juntas, e que por isso era o mais hábil em adivinhar a sua aparição, e que provocasse a inveja daqueles que, entre os prisioneiros, são venerados e poderosos? Ou então, como o herói de Homero, não preferirá mil vezes ser um simples lavrador, e sofrer tudo no mundo, a voltar às antigas ilusões e viver como vivia?
Glauco - Sou de tua opinião. Preferirá sofrer tudo a ter de viver dessa maneira.
Sócrates - Imagina ainda que esse homem volta à caverna e vai sentar-se no seu antigo lugar: Não ficará com os olhos cegos pelas trevas ao se afastar bruscamente da luz do Sol?
Glauco - Por certo que sim.
Sócrates - E se tiver de entrar de novo em competição com os prisioneiros que não se libertaram de suas correntes, para julgar essas sombras, estando ainda sua vista confusa e antes que seus olhos se tenham recomposto, pois habituar-se à escuridão exigirá um tempo bastante longo, não fará que os outros se riam à sua custa e digam que, tendo ido lá acima, voltou com a vista estragada, pelo que não vale a pena tentar subir até lá? E se alguém tentar libertar e conduzir para o alto, esse alguém não o mataria, se pudesse fazê-lo?
Glauco - Sem nenhuma dúvida.
Sócrates - Agora, meu caro Glauco, é preciso aplicar, ponto por ponto, esta imagem ao que dissemos atrás e comparar o mundo que nos cerca com a vida da prisão na caverna, e a luz do fogo que a ilumina com a força do Sol. Quanto à subida à região superior e à contemplação dos seus objetos, se a considerares como a ascensão da alma para a mansão inteligível, não te enganarás quanto à minha idéia, visto que também tu desejas conhecê-la. Só Zeus sabe se ela é verdadeira. Quanto a mim, a minha opinião é esta: no mundo inteligível, a idéia do bem é a última a ser apreendida, e com dificuldade, mas não se pode apreendê-la sem concluir que ela é a causa de tudo o que de reto e belo existe em todas as coisas; no mundo visível, ela engendrou a luz; no mundo inteligível, é ela que é soberana e dispensa a verdade e a inteligência; e é preciso vê-la para se comportar com sabedoria na vida particular e na vida pública.
Glauco - Concordo com a tua opinião, até onde posso compreendê-la....

(Platão, A República, v. II p. 105 a 109)


(c) Ângelo Antônio Leithold

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Eletroacupuntura

ELETROACUPUNTURA













Acabei de projetar um novo equipamento de Eletroacupuntura. O protótipo está sendo utilizado pelo Samir Madeira, na clínica do Instituto de Saúde Dr. Bezerra de Menezes na Borda do campo em São José dos Pinhais. O protótipo foi chamado de ISBM 1012, seu funcionamento, modéstia a parte é fantástico, pois os pulsos gerados não causam dor nem desconforto. As fotos estão no link:

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Biblioteca Leithold, Angelo Antonio





BIBLIOTECA





Biblioteca



 


A



*Adastra.zip
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Parâmetros ionosféricos AMAS vlf.pdf  319 KB
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*Analise
parametros ionosfericos amas vlf.pdf - 319 KB Visualizar
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*
Audacity-win-1.2.6.exe
(2,13 MB)
*Anomalia
Magnética do Atlântico Sul - Arquivos

*A
Distribuição de Correntes nas Antenas Lineares

*A
Física tempestades geomagneticas INPE.pdf 723 K Visualizar
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*Antenas
de Transmissão e Recepção


*A
Impedância Correspondente num Sistema de Transmissão

*A
Incidência Oblíqua

*Antenas
- Basico


*Análise
da atmosfera na região da AMAS .pdf
 319
k
*
Anomalia
Magnética do Atlântico Sul - LACEC - UNIBEM.

*
AMAS
Análise_da região Ionosférica .pdf
319k
*AMAS
Saboia e Marques.pdf 512 KB Visualizar
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*AMAS_RF_PY5AAL.pdf
- 139 KB Visualizar
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*Aquecedor_solar_mario_py5aal.JPG


*AMAS
biominerais pdf
 369 k
*Almeida,
Pedro Daniel Santos Carvalho de; De Nardin, Clezio Marcos; ESTUDOS
COMPARATIVOS DE SIMULAÇÕES NUMÉRICAS E ANÁLISES
DE DADOS DE PERFIS DE DENSIDADES ELETRÔNICAS PARA A REGIÃO
BRASILEIRA.


>
LINK >
http://mtc-m16.sid.inpe.br/rep/sid.inpe.br/mtc-m16@80/2006/08.11.18.06?mirror=sid.inpe.br/banon/2003/08.15.17.40.18&metadatarepository=sid.inpe.br/mtc-m16@80/2006/08.11.18.06.14

> ARQUIVO > *Estudos
comparativos da densidade eletrônica na Ionosfera .pdf
 
py5aal


*AMAS
Anomalia Magnética do Atlântico Sul

*AMAS-
Pesquisa em VLF e outros comprimentos de ondas  139 KB
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*Astrofisica
jatos de partículas py5aal.pdf
 1M


*Anéis
de crescimento das árvores relação com a
radiação solar .pdf
 4M
*As Antenas
Lineares e Antenas Loop

*As
Constantes Físicas das Antenas

*As
Características das Aberturas das Antenas

*Antenas,
Um Estudo de sua Impedância.pdf
7369k


*AMAS
- ANOMALIA MAGNÉTICA DO ATLÂNTICO SUL
 py5aal
*AMB
- Anomalia Magnética Brasileira
 py5aal
*Amas
Anomalia Atlântico Sul sensor estrelas_620k py5aal_.pdf
(0,61
MB)
*AMAS
Performance MISR Instrument During First py5aal.pdf
640k


*Antennas_Impedance_Study_Angelo_leithold_py5aal.pdf
7369k -


*A
Ionosfera, uma breve descrição _ py5aal.pdf
131k

*Anomalia
Magnética do Atlântico Sul py5aal.pdf


*Antenna_Fundamentos
1_8_py5aal
.pdf
136k


*Antenna_Fundamentos
9_30_py5aal.pdf
274k


*Antenna-Fundamentals.pdf
164k


*Antenna_spider_specification_portugues.pdf
369k


*Antenna_Systems_Guide
US_Gov_.pdf
2673k
*Anom_Magnetica_Atlantico_Sul_Saboia_Marques
py5aal .pdf
(0,50 MB)
*Anomalia Magnetica Atlantico Sul saboia
e marques.pdf 512 KB Visualizar
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*Angelo
Professor .ondas.ens.medio.py5aal.pdf
172k
*Análise
parâmetros Ionosféricos AMAS- pdf

*A
Ionosfera, uma breve descrição _ py5aal.pdf

131k
*Angelo_Clarisvaldo_Astron_Nov2008
py5aal .pdf

*Antenas
py5aal .pdf
132k

*Analise_Parametros_Ionosfericos_Regiao_AMAS_VLF.pdf
319k
*Arcanjo, Jeferson de Souza; Ferreira, Nuno Cesar da Rocha;
Comportamento do sensor de estrelas a bordo do satélite
CBERS-2B na região da Anomalia Magnética do Atlântico
Sul (AMAS)
> LINK >
http://marte.dpi.inpe.br/col/dpi.inpe.br/sbsr@80/2008/11.17.17.10/doc/1935-1941.pdf

> ARQUIVO>
Sensor
de estrelas Comportamento na região da AMAS  


*Antenas Teoria, Leithold, A. A. 1987, Teoria de
Antenas 1.pdf - 208 KB Download
>
Link >
http://web.archive.org/web/20071112182438/http://br.geocities.com/angeloleithold/teoriaantena.html
*Artigo
IC ANGELO py5aal .doc
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*Artigo
IC ANGELO py5aal .odt
5697k
*Artigo
IC ANGELO py5aal .pdf
1983k
*Altura
Antena py5aal .pdf
164k
*An
Introduction to cosmology, 3rd Ed py5aal - Roos.pdf
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*Acoplamentos
de Antenas

*Antennas_Impedance_Study_Angelo_leithold_py5aal.pdf
7369k
*Artigo
IC ANGELO py5aal .pdf
2028k
*Astrofísica
Obser_py5aal kohl.pdf
489k
*Astronomia
Geodesica py5aal .zip
3422k
*Astronomy
- Principles and Practice 4th ed.pdf
6037k
*APMF Colegio
Estadual Santo Agostinho.pdf 4 KB Download
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Galáctica.rar 44,34 MB Download


*ASTROFÍSICA
EXTRAGALÁCTICA 1.pdf -
5724
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*ASTROFÍSICA
EXTRAGALÁCTICA 2.pdf -
4746
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*ASTROFÍSICA
EXTRAGALÁCTICA 3.pdf -
1709
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*ASTROFÍSICA
EXTRAGALÁCTICA 4.pdf -
4714
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*Anomalia
Magnética do Atlântico Sul py5aal.pdf
848k

*Atmosfera-Ionosfera-pequeno-resumo_py5aal.pdf
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*
Astrophysical_Jets_Outflows.pdf
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*As
Ondas Eletromagneticas


*ASTCLOCK.ZIP
32k


*Aplicações
Filme Multicamadas

*
Atividade
Solar .pdf
233k
*Apostila
1 de Estatística_Completa 1.pdf

*A serviço do
conhecimento Angelo Leithold.pdf 140 KB Download
*A
OPERAÇÃO STARFISH PRIME .pdf - em 11/03/2010 14:54 por
Angelo Antonio Leithold (versão 1) 202 KB Visualizar
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Operação Starfish Prime REV 2010.pdf - em 12/03/2010
11:55 por Angelo Antonio Leithold (versão 1) 113 KB Visualizar
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*A
MENTE NOVA DO IMPERADOR Roger Penrose - La mente nueva del
emperador.pdf -3090 KB Visualizar
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B






* Balun
py5aal leithold angelo antonio.pdf -1069 KB Visualizar
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BALUNS.py5aal JPG - 813 KB Visualizar
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*Base
Comandante Ferraz py5aal - Antártica - Dados via
espectrômetro.

*Borba
Velocidade Som 811151300 py5aal .pdf

*Breve
resumo Anomalia Magnética do Atlântico Sul py5aal.pdf

848
*
Breve
descrição da Atmosfera e da
Ionosfera.

*http://brain.oxfordjournals.org/cgi/reprint/awl274v1.pdf 

*Birthday
Paradox I

*Birthday
Paradox II


*BANCO DE DADOS salvo
1002071736.odt - em 07/02/2010 17:49 por Angelo Antonio Leithold 170
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*BANCO DE DADOS salvo
1002071736.pdf - em 07/02/2010 17:50 por Angelo Antonio Leithold 1440
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*BANCO DE DADOS salvo 1002071749.pdf - em 07/02/2010
17:50 por Angelo Antonio Leithold 1440 KB
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*BANCO
DE DADOS 11







C



*Calendario
Universal.ZIP 43
k
*Celestial
Map8.0.zip 920Kb 
*Campos
de Radiação

*Cartas
do Céu.zip 3Mb

*Camada F3 - Ionosfera.pdf 97 KB
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*A camada Iônica F3
py5aal.pdf
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*Calor
py5aal .pdf
219k
*Canal
Rádio e Desvanecimento py5aal .pdf

3191k
*ConstantesRCeRL_UNIBEM_PY5AAL.pdf
1745k
*Contante
de planck Alexandre Mazza Angelo Leithold py5aal.pdf
316k
*Ciclo
solar.pdf
63k
*Ciclo
Solar 24.

*Chaos
in the Stormer problem SAA_py5aal.pdf
380k
*Celestia
zip 10Mb

*Comparação_Raios_Atividade_Solar_py5aal.rar
8228k
*
Clima_e
suas variações.pdf
 4
M
*Climate_Variability
.pdf
4M


*Comparação
Raios Atividade Solar py5aal.rar - 8228 KB Download


*Comparação
Raios Atividade Solar py5aal.rar - 9198 KB Download
*COMPARAÇÃO
RAIOS ATIVIDADE SOLAR RUÍDO DE FUNDO HF 91222 ANGELO LEITHOLD
PY5AAL.pdf - 12388 KB Visualizar
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*COMPARAÇÃO
RAIOS ATIVIDADE SOLAR RUÍDO DE FUNDO
 HF 90502 91222
MEGAUPLOAD ANGELO LEITHOLD
PY5AAL.pdf - 24.04 MB Download


*Cartas_do_ceu.zip 3M


*Calendario
Universal.ZIP
 43 k


*Condicionamento
associativo da resposta da retração corporal da
minhoca, Y. C. Chang, A. B. Bartoszeck, S. A. Madeira,A. A. Leithold,
M. A. Ribas, 5070 KB
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*Características da
relação entre o estímulo e a resposta no
neurônio auditório da minhoca Bartoszeck, A. B.1, Chang,
Y. C.2, Madeira, S. A.2, Leithold, A. A.2, Ribas, M. O.2 1 Univ. Fed.
Paraná, UFPR Centro Politecnico- Setor de Ciências
Biológicas 2 Fac. Integ. Esp, UNIBEM
Duran, R., Faro,
L.R.F. Universidad de Vigo-Depto.Biología Funcional y Ciencias
de l, UVIGO Campus Universitário 5070 KB
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*
Constante
de Planck


*Computadores_Ensino_fisica_leithold_angelo_antonio_py5aal.pdf
5733k View
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*Ciclo
Solar de Schwabe, o Ciclo 24 e possibilidades de previsão de
seu comportamento futuro py5aal.pdf
- em
12/03/2010 15:34 por Angelo Antonio Leithold (versão 1) 397 KB
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*Computadores Ensino Fisica Leithold A. A. py5aal.pdf
5733k View
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D




*Deriva_AMAS_1600_2000_py5aal_300k
py5aal .pdf
(0,31 MB)
*DERIVA_AMAS.
py5aal .pdf
319k
*Dia
Quieto py5aal .pdf
2038k
*Descrição
das Antenas Múltiplas

*
Descrição
Anomalia Magnética do Atlântico Sul AMAS .pdf
 511
k

*DATABOOK_datasheet.zip
1023k
*Documentos
manuscritos originais de Albert Einstein





E






*Encontro
Paranaense de Astronomia


*Eletricidade_Atmosférica
.pdf
210k


*Eletricidade_Atmosférica
.pdf
 210 k


*Espalhamento_Atmosfera_Superior_.pdf 246k


*Estratégia_Espacial_py5aal.pdf 
45 k


*Efeitos_VLF
AMAS_py5aal.pdf
(0,40 MB)


*Experiencias
py5aal .pdf
1035k


*ESPECTROMETRO.py5aal.rar
724k


*Energia_py5aal.pdf
211k


*Estratégia_Espacial
.pdf
45k


*Efeitos_vlf_amas_py5aal-1.pdf
408k
*Era_uma_vez_manchas_solares_py5aal.pdf
101k
*Estudo
Básico das Antenas Orfanidis


*Estatística
e Probabilidade UCLA (E-book)


*ESPECTROMETROS 100222_100225  7029
KhZ 5421 KB Download


*Estudo
Basico das Antenas

*Estudo
das Estruturas Multicamadas Propag Eletromagnética


*Estudos
sobre a Atmosfera .pdf
 1M


*Estudos
da Atmosfera.p
df
1M


*Est.
Met. Oregon WMR 928 En Manual WMR928.pdf-


*Est.
Met. Oregon WMR 928 De ManualWMR918.pdf


*Est.
Met. Oregon WMR 928 Driver de instalação sbwthr28.exe
-


* Espalhamento_Incoerente_na
Atmosfera.pdf
246k


* Efeitos
ambientais AMAS.ppt
1082k


*
ESTAÇÃO PARDINHO SDR Spectrometer 40m Brazil
(TEMPO
REAL)


*ESTAÇÃO
ANTÁRTICA 20m, King George Island
(TEMPO REAL)


F


*Fenômenos
de Transmissão e Reflexão de
Radiofrequência

*Fragilidade
do sistema Elétrico Norte-Americano.pdf
101k


*FESBE Programa
final  2009 .pdf 5070 KB
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*Fragilidade
Sist. Elétrico Brasil AMAS.pdf 940 KB Visualizar
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*Fragilidade do
Sistema Elétrico Brasileiro AMAS.odp 1009 KB
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*Fragilidade do Sistema Elétrico
Brasileiro AMAS.ppt 1105 KB Download
*
Fluxo
de elétrons
 (Tempo real)
*
Fluxo
do Ciclo Solar 24.

*Fluxo
de prótons Maio à dezembro 80501_081223.pdf

*Física
- Astronomia UNIBEM

*Física espacial py5aal.pdf522 KB
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********


 G





*Guias
de Ondas


*GALSAT
50.ZIP
 37 k
*Gráficos
da chegada de Raios-X à Terra (Tempo real).

*Gráficos
da chegada de prótons à Terra (Tempo real).

*
*




H


*HF
BASE DE DADOS

*
*




I



*Ionização
partíc região Anomalia Magné atlâ Sul
py5aal .pdf
(0,03 MB)
*Impedancia_antenas_antena_fina_py5aal.pdf
1119k
*Impacto_das_Explosões
Solares no Comportamento da Ionosfera

*Impedancia_antenas_antena_fina_py5aal.pdf
1119K


*Impedância
Correspondente em Sistemas Irradiantes .pdf

639k
*Introducao_Particulas_Presas_AMAS_1_76mb
py5aal _.pdf
(1,76 MB)


*Introducao_Fisica_Parte_2.pdf
475k


*Impedancia
Antenas Finas.pdf
1119k
*Instrumentos
de medidas.pdf

*Infarto Tempestades magneticas.pdf  509
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*Infarto
tempestades magneticas.pdf  124 KB Visualizar
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*INFARTO
Myocardial-geomagnetic.pdf  182 KB Visualizar
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*INFARTO
Seasonal magnetic storm.pdf 141 KB Visualizar
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*INFARTO
Circannual variation diastolic.pdf 2490 KB Visualizar
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*INFARTO
Sun (geomagnetic suicide).pdf  136 KB Visualizar
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*INFARTO
Magnetic infarctions.pdf 1797 KB Visualizar
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*Introdução
Probabilidade Estatística

*IC 91222 COMPARAÇÃO
RAIOS ATIVIDADE SOLAR RUÍDO DE FUNDO HF ANGELO LEITHOLD
PY5AAL.pdf - 12388 KB Visualizar
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*Ic_COMPONENTES_DATABOOK_datasheet.zip
1023k
*
IONOSFERA.odt - 24 KB Download
*
IONOSFERA.pdf
- 273 KB Visualizar
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*IONOSFERA.pdf
- 273 KB Visualizar
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*IONOSFERA.pdf
- 163 KB Visualizar
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*Ionosfera
py5aal.odt - 15 KB Download
*
onosfera
py5aal.pdf -163 KB Visualizar
Download
**************



J


*Jove antenna
manual.pdf - 917 KB Visualizar
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*Jove
Retrofit Antenna Manual.pdf 133 KB Visualizar
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*Jove
Single Dipole manual 1 1.pdf 587 KB Visualizar
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*Jove_project_rcvr_manual.pdf
2763 KB Visualizar
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K



L



*Lu
Matriz py5aal .pdf
67k
*Lóbulos_py5aal.pdf
12
*Lóbulos_de_antenas_py5aal.pdf
121k


*Lista
exercicios termodinamica py5aal.pdf
869k


*Luas
de Jupiter.ZIP
 1M
*Luas
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Do

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Anomalia Magnética do Atlântico Sul

A físico-química da alta atmosfera é dependente radiação solar na região dos UV's e Raios-X e das radiações cósmicas provindas do Espaço Profundo, além das condições geomagnéticas do Planeta. O Sol, é a principal fonte energética da Terra, e influi de maneira decisiva no comportamento não só das altas camadas atmosféricas, mas em toda a sua dinâmica. A energia provinda do espaço provoca a ionização das moléculas atmosféricas e a sua dissociação. Assim se inicia uma série de reações químico físicas cuja complexidade aumenta à medida em que aumentamos o foco das nossas observações. Sobre o Brasil, isto é, na região tropical, o campo geomagnético tem uma orientação horizontal, e sobre o Sul do Brasil, tem baixa intensidade. Isso influi de maneira muito importante toda a dinâmica atmosférica e ionosférica. A atmosfera terrestre não é estática, é uma estrutura dinâmica cujas reações e movimentos se originam principalmente de dois fatores: A influência do Sol e suas radiações, e a rotação da Terra. Na Troposfera por exemplo, as movimentações das massas de ar, estão intimamente ligadas às variações de pressão, que por sua vez são geradas pelas diferenças de insolação entre os hemisférios. Já a Ionosfera, composta de camadas, se inicia em torno dos 50~60 Km de altitude e se estende até 1000 ~2000 Km, naquela região tem a predominância iônica, cujos principais agentes são a radiação solar nos comprimentos de onda dos raios-X e ultravioleta, da forte predominância das interações químicas e dinâmicas entre a atmosfera neutra e o plasma. A influência na propagação das ondas de rádio assim, é dependente das condições não somente da ionosfera, mas da dinâmica atmosférica como um todo e das condições magneto - dinâmicas do Planeta.A observação solar em todos os comprimentos de onda pode ser considerada de fundamental importância para a compreensão do Cosmos. Pode-se afirmar que sua compreenção é o primeiro passo em direção ao Espaço. O Sol é, e sempre será, laboratório para a obtenção “in situ” dos dados necessários para a elaboração das teorias necessárias ao entendimento dos processos, fenômenos e suas causas , que ocorrem em todos os corpos a partir do Sistema Solar em direção ao Universo, incluindo a Terra. A atividade solar representada pelas explosões, pelos ventos solares entre outros efeitos, causa diversas alterações em todo o Planeta Terra (E Sistema Solar), tais como variabilidade climática, as tempestades, as variações ionosféricas, geomagnéticas, além da modulação dos raios cósmicos entre outros efeitos que também seguem as peridiocidades do nosso Astro Rei. A chamada conexão Terra-Sol, tem uma interação estreita e complexa, cujas causas e efeitos estão sendo estudados e mapeados para posterior entendimento dos processos que ocorrem no ambiente espacial que interconecta o nosso Planeta à sua Estrela. A atmosfera é uma fina camada que envolve alguns planetas, composta basicamente por gases e poeira, retidos pela ação da força da gravidade. Podemos definir-la como sendo uma fina camada de gases sem cheiro, sem cor e sem gosto, presa à Terra pela força da gravidade. Visto do espaço, o planeta Terra aparece como uma esfera de coloração azul brilhante. Esse efeito cromático é produzido pela dispersão da luz solar sobre os gases atmosféricos.
Não existe um limite definido entre o espaço exterior e a atmosfera, presume-se que esta tenha cerca de mil quilômetros de espessura, 99% da densidade está concentrada nas camadas mais inferiores, cerca 75% está numa faixa de 11 km da superfície, à medida em que se vai subindo, o ar vai se tornando cada vez mais rarefeito perdendo sua homogeneidade e composição. Na exosfera, zona em que foi arbitrado limítrofe entre a atmosfera e o espaço interplanetário, algumas moléculas de gás acabam escapando à ação do campo gravitacional. O estudo da evolução térmica segundo a altitude revelou a existência de diversas camadas superpostas, caracterizadas por comportamentos distintos, como sua densidade vai diminuindo gradualmente com o aumento da altitude, os efeitos que a pressão atmosférica exerce também diminuem na mesma proporção. A Ionosfera do planeta terra é fundamental para toda uma série de fenômenos que se processam em sua superfície, como os deslocamentos de massas de ar e os ventos, as precipitações meteorológicas e as mudanças do clima. O limite onde efeitos atmosféricos ficam notáveis durante re-entrada em si, é em torno de 120 quilômetros. A altitude de 100 quilômetros também é usada freqüentemente como o limite entre atmosfera e espaço.
As auroras (Boreal e austral) têm sofrido mudanças de comportamento significativas tanto no Hemisfério Norte, quanto no Hemisfério Sul, acredita-se que isto ocorre devidas alterações da composição iônica na alta-atmosfera. A Aeroluminescência que ocorre em ocasiões de extrema ionização atmosférica, tem sofrido mudanças de comportamento, tudo indica que o fenômeno está sendo interferido pela descarga de milhões de toneladas de Carbono na atmosfera.
A Ionosfera é uma região eletrizada da atmosfera da Terra situada em altidutes de aproximadamente a partir de 50 Km, e presume-se até milhares de quilômetros. Ela consiste de íons e de elétrons livres produzidos pelas influências ionizantes da radiação solar e de partículas cósmicas e solares energéticas incidentes. A ionosfera está sujeita a acentuadas variações geográficas e temporais. Ela exerce um profundo efeito sobre as características das ondas de rádio propagadas dentro, ou através dela.
A Magnetosfera da Terra é a região definida pela interação do plasma estelar (Sol) magnetizado com a atmosfera magnetizada desse astro (Terra) em que os processos eletrodinâmicos são basicamente comandados pelo campo magnético intrínseco do planeta e sua interação com a estrela. Sua morfologia, em uma visão simples, pode ser vista como uma bolha comprimida na parte frontal ao fluxo estelar incidente no astro e distendida no sentido do afastamento desse fluxo. A região apresenta a parte frontal a aproximadamente 10 raios terrestres, uma espessura de 30-50 raios terrestres e uma cauda que se alonga a mais de 100 raios terrestres. Mesmo um astro sem campo magnético pode apresentar uma magnetosfera induzida, que é consequência das correntes elétricas sustentadas pela ionosfera existente.
A ionosfera se localiza entre cinquenta e quatrocentos quilômetros de altitude ( Estas coordenadas são para efeito de estudo), conforme já descrito acima, é composta de íons, plasma ionosférico, e, devido à sua composição, reflete ondas de rádio até aproximadamente 30 MHz em condições normais. A reflexão ionosférica, espalhamento e canalização tem ocorrido até freqüências acima de 50 Mhz, mas estatisticamente o tempo de ''propagação aberta'' nas bandas altas se torna muito susceptível à variações ambientais. Na prática, sua utilização se dá no máximo até 30 MHz.
Nas zonas mais baixas da atmosfera, os elétrons livres e íons desaparecem. Isto ocorre devido à maior densidade de partículas mais pesadas, portanto, a recombinação prevalecerá sobre a ionização. A densidade dos gases nas zonas mais altas é muito baixa. A quantidade de radiação, ou seja, a energia vinda do espaço é muito grande até determinada altitude, contudo, não existem gases, átomos, ou moléculas livres suficientemente para serem ionizadas. Só haverá ionização à medida em que mergulhamos na atmosfera, até uma certa profundidade limítrofe.
A reflexão ionosférica pode levar ao fenômeno da cintilação, isto ocorre devido à atuação dos sinais perante as irregularidades ionosféricas que atual como uma tela de fase variável nos sinais transionosféricos de fontes. Esta tela eletrônica dá origem à efeitos de difração com cintilação de amplitude, ângulo de chegada e fase. Portanto, num meio variável onde ocorrem densidades variáveis, ocorre o fenômeno da reflexão, refração e difração dos sinais de radiofreqüência que pode ser simultâneo ou não.
Observações das variações do ruído de fundo em diversas freqüências realizadas no município de Paula Freitas, Paraná, no Campus de Pesquisas Geofísicas Major Edsel de Freitas Coutinho, sugerem que o nível de ruído tem uma variação significativa na região da anomalia, presume-se que isto ocorre devido campo magnético menor que o esperado para a região. Trabalhos de pesquisas estão monitorando este nível de ruído e comparando-o com dados provenientes dos satélites GOES que medem as partículas cósmicas que chegam do Sol.
Para mais detalhes leia:
http://sites.google.com/site/anomaliamagneticabrasileira/